quinta-feira, 9 de junho de 2016


Com as férias escolares chegando, alguns Pais se perguntam o que fazer?

 

É hora de repensar a sua rotina, a rotina da casa e, principalmente, a rotina dos filhos. Para as crianças está chegando uma das épocas mais esperadas do ano: as férias escolares. Muitas viajam com os pais ou com os amigos, vão para colônia de férias ou para a casa da avó. Mas nem todas as crianças têm estas oportunidades. A maioria delas fica em casa, e é aí que os pais precisam ser criativos para manter os filhos longe do tédio, da televisão, do videogame e do computador.


É importante que os pais participem e estimulem as crianças a procurar meios diferentes de diversão. Não precisa ser em uma área de lazer de um shopping, que vai custar caro e o acesso é complicado. Várias atividades podem ser legais para fazer em família e com os amigos e não vão pesar no bolso.


Todos os pais gostariam que fosse possível programar uma viagem e conciliar as suas férias com as férias da criançada, maravilha, isto seria a SOLUÇÃO ideal, não é mesmo? Como nem sempre isso é possível, será necessário SIM mudar a rotina e se organizar com certa antecedência. A hora é agora, acredite!

Se os pais não têm muito tempo, não é preciso entrar em pânico. A família pode organizar programas em família para os finais de semana e com os amigos durante a semana.

Segue abaixo, algumas dicas para ajudar a manter a serenidade e a ordem na casa e na vida durante as férias escolares.

 
1- Aceite ajuda!

Caso você trabalhe fora e tenha filhos pequenos, vai precisar sim de uma mãozinha amiga. Contrate uma ajudante temporária ou chame os avós, tios e até as suas amigas que tiverem disponibilidade e disposição para ajudar a manter a criançada ocupada.

2- Atividades para os pequenos!

Pesquise atividades que os seus filhos possam fazer fora de casa, cursos, aulas extras como aulas de música, futebol, dança, artes e outras que interessem os seus filhos. Assim, além deles se divertirem, a rotina da casa não mudará tanto.

Colônias de férias são ótimas aliadas nessa hora. Muitas delas servem refeições e oferecem um horário quase integral. Apenas pesquise muito antes de sair colocando o seu filho em qualquer colônia de férias. Avalie a questão da segurança, das atividades oferecidas, higiene, alimentação, instalações e custo X benefício.

 

3-Envolva a criançada nas atividades da casa!

Se a ideia da Colônia de férias e cursos extras não agradar, então o jeito é envolver os filhos na rotina da casa e matê-los sempre ocupados. Mas como fazer isso? Por onde começar?

·         Estipule tarefas de acordo com a idade de cada um. Crianças a partir de 4 anos, podem muito bem ajudar a arrumar a própria cama e manter a organização do quarto.

·         Ensine com calma e faça com que esta tarefa se torne um prazer e não uma simples obrigação.

·         Mostre como é importante cuidar das próprias coisas. Faça com que eles se sintam importantes ao realizarem esta tarefa.

·         Valorize os acertos, parabenize e sempre comemore a finalização da tarefa. Dessa forma, você estimulará cada vez mais a criançada, que se sentirá importante, capaz e motivada. Só isso faz uma diferença e tanto, pode apostar!

·         Deixe que a criançada brinque à vontade e faça bagunça, afinal de contas, eles estão de férias, não é mesmo? E férias são praticamente sinônimos de bagunçar, passear, se divertir, brincar e brincar muito, mas tudo sem exageros.

·         Para que não vire uma bagunça constante, imponha regras e limites. Por exemplo, a bagunça poderá ser feita no quarto ou na sala, mas todos os brinquedos devem voltar para os seus respectivos lugares, logo após o término das brincadeiras.

·         Algumas crianças costumam adorar ajudar nas tarefas de casa, elas se sentem importantes com isso. Elas podem ajudar a colocar e tirar a mesa do almoço ou do jantar, mas apenas os jogos americanos e acessórios que não apresentem nenhum risco, como copos de vidro e facas.

·         Elas ainda podem dar uma mãozinha na hora de secar a louça, tudo de um jeitinho bem divertido e com uma finalidade: ensinar desde cedo os filhos a importância de ajudar os pais na manutenção da casa.

·         Caso tenham crianças um pouco mais velhas em casa, tire um tempinho para ensiná-las a separar o lixo e explicar sobre a importância da reciclagem.

·         Envolva a criançada no preparo dos alimentos também. Por que não? Elas podem ajudar a escolher o cardápio da semana, ou então, fazer alguma receita mais simples, como um bolo, lavar e montar as verduras na salada, escolher os ingredientes da sopa etc.

·         Use a criatividade de um jeitinho que tudo se transforme em uma brincadeira super divertida!

·         Se os seus filhos são pré- adolescentes ou adolescentes, este é o momento ideal para colocar ordem de uma vez por todas nos armários e no quarto. Faça com que eles descartem as peças que não usam mais, reorganizem o armário e também o material escolar. Nessa idade, eles podem e devem ajudar na rotina diariamente para manter a organização e limpeza da casa.

·         Estipule tarefas de forma equilibrada e justa, levando em conta também que o momento deles é de aproveitar, reunir os amigos, passear, descansar e se divertir muito.



 




Mesmo com essas dicas, ainda assim você sentirá uma mudança grande na organização e andamento das coisas. O jeito é relaxar e tentar aproveitar ao máximo essas horinhas a mais com os filhos em casa, tornando o momento divertido e inesquecível.
As férias passam rápido e logo, logo tudo voltará ao normal, então ensine, aprenda, curta e não se estresse jamais!

 

Boas férias escolares para todos!

 

Texto adaptado das autoras Ludmila Mendes e Isabela Kastrup.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015


 O valor do Natal para as crianças
                  


Devemos aproveitar o Natal para construir valores nas crianças

 
Na época de Natal, o consumismo se torna algo muito perigoso. A mídia exaustivamente aproveita essa época para incentivar a comprar, comprar, comprar. Hoje as crianças não se contentam apenas com um presente pedido ao Papai Noel, mas fazem listas de brinquedos enormes e se frustram quando não recebem. E é justamente nessa época do ano que vemos as grandes diferenças entre as famílias. Muitas não têm sequer o que comer e outras se esbanjam em coisas supérfluas.

O psiquiatra e escritor Augusto Cury escreveu: “É um crime estimular a emoção das crianças para um consumo desenfreado. Elas têm pouco filtro intelectual, reagem sem pensar. Têm, portanto, uma capacidade de escolha em formação. Crianças e pré-adolescentes precisam ter infância e consumir mais alegria, aventuras, desafios, e menos produtos. Empresas, inclusive programas infantis, que massacram as crianças para consumir, têm uma dívida impagável com a humanidade”.




Como formar valores nas crianças no Natal
 A doação e preocupação com o próximo deve ser ensinado às crianças desde cedo, inclusive durante o Natal. Preparar sacolinhas de roupas, calçados, brinquedos e guloseimas para crianças carentes é uma forma de ensinar as crianças o verdadeiro sentido do Natal.

No começo não será fácil para a criança entender que entramos nas lojas para comprar algo que não seja para ela, mas é importante conversar e mostrar que não é só ela que gosta de brincar. Ela acabará aceitando e ainda ajudará a escolher os presentes.
O momento de maior aprendizado com certeza será a participação do seu filho na entrega das sacolinhas com brinquedos e roupas às crianças carentes. Com o passar do tempo, a criança que aprendeu a dividir e a doar, vai ficar até ansiosa em acordar cedo para levar os presentes com a mamãe e o papai, e ao chegar no local, irá se aproximando aos poucos e logo estará brincando com outras crianças.

A época do Natal é uma oportunidade muito importante para os pais ensinarem seus filhos sobre os prejuízos que envolvem o consumismo exagerado. Até mesmo na hora na montagem da árvore de Natal e do presépio, são momentos importantes de ensino, explicando cada significado de cada enfeite e personagens da árvore e do presépio. Nessa hora, cabe aos pais ensinarem até mesmo as crianças menores, que a árvore não está ali apenas para que os presentes sejam colocados embaixo dela.
 
Não é preciso passar valores negativos em relação aos presentes. Muito pelo contrário, a troca de presentes mostra o valor da confraternização, da troca de carinho e amor. Os pais podem até mesmo fazer lembrancinhas com os filhos para entregarem aos familiares.

O ensino em dividir e doar vai mostrar à criança a importância em prestar atenção ao sentimento e dores de outras pessoas, no respeito aos idosos e aos animais de estimação. A criança que aprende valores torna-se multiplicadora potencial para um mundo cada vez melhor.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015


COMO RESPONDER AS PERGUNTAS DAS CRIANÇAS
     
Quantas vezes você se surpreendeu com as perguntas de seu filho e ficou quase gaguejando, sem saber o que dizer? Realmente, há momentos em que fica difícil explicar a uma criança as complexidades da vida e do comportamento humano, mas sempre dá para encontrar uma resposta que satisfaça a curiosidade infantil sem causar traumas ao pequeno ou deixar o adulto incomodado. A primeira regra é sempre falar a verdade. Pode parecer complicado num primeiro momento. Afinal, como explicar ao filho de 5 anos, sem mentir, como ele entrou e saiu da sua barriga?

          Antes de desatar a falar, procurar saber o que a criança sabe sobre o tema. "Muitas vezes, basta uma resposta curta, sem detalhes, e ela se satisfaz. Se isso não acontecer, deve haver espaço para questionar mais". Também é importante usar uma linguagem acessível e responder a tudo. "A pergunta denuncia uma inquietação da criança e precisa ser esclarecida. Mesmo que seja um assunto difícil, como a morte, os pais têm de encontrar uma maneira de responder sem enganá-la, contornando o que acreditam que não pode ser dito. A verdade apazigua o espírito do pequeno", explica a psicanalista infantil Anne Lise Scappaticci.

           Para a psicóloga infantil Suzy Camacho, autora do livro Guia Prático dos Pais (Ed. Paulinas), a naturalidade dos adultos no momento da conversa deixa a criança à vontade para fazer outras perguntas e matar a curiosidade.

          A seguir reunimos as perguntas mais comuns – e também as mais inquietantes – feitas pelos pequenos e as repostas sugeridas pelos especialistas.

 
                                                1. Como eu nasci?

          Toda criança pergunta isso e a melhor resposta continua sendo a clássica: o papai colocou uma sementinha na mamãe, que se encontrou com outra sementinha, e daí você cresceu dentro da minha barriga. Se ela quiser saber mais detalhes, você pode dizer que a semente do papai se chama espermatozoide e a da mamãe óvulo. "Se a curiosidade se estender, pode-se dizer que o pênis do papai entra na vagina da mamãe para depositar a sementinha. Mas sem fazer caras e bocas. Fale naturalmente", diz Suzy.

2. Como eu saí da sua barriga?

          No dia do seu nascimento, a mamãe foi para o hospital e o médico tirou você. Está vendo essa cicatriz? Foi por aqui que o doutor tirou você (se foi uma cesariana). Para o parto normal, você pode dizer que ela saiu pela sua vagina. É assim que todo mundo nasce.

3. O que é transar?

          É um ato de amor entre duas pessoas que se amam. É quando transam que o papai e a mamãe fazem bebês.

 

Fonte: Texto de Angela Seura - modificado/adaptado (Site: MDMULHER)

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Juntos escrevemos um Futuro Melhor


Onde está a falha? 
A culpa é da família ou da Escola?

Diante do insucesso de um aluno, a escola e a família passam a se cobrar: "Onde foi que vocês falharam?" A família questiona a escola por ser ela a responsável pelo ensino. A escola questiona a família pelo fato de que, se alguns conseguem aprender, o problema dos malsucedidos só pode vir de fora. Todos têm razão, mas ninguém está certo. Por outro lado, não basta as duas culparem a si mesmas, pois uma professora ou uma mãe nem sempre encontrarão resposta ao se perguntar "Onde foi que eu falhei?". O problema não está separadamente em nenhum dos lados, muito menos nos estudantes - razão de ser da relação entre os dois. Não faz nenhum sentido tomá-los como culpados.

Crianças e jovens são levados para a escola com o objetivo de que aprendam os conteúdos e desenvolvam competências que os preparem para a vida. Os educadores esperam que cheguem à sala de aula interessados em aprender, prontos para o convívio social e para o trabalho disciplinado. Quando as expectativas dos dois lados se frustram, surge um círculo vicioso de reclamações recíprocas que devem ser evitadas com a adoção de atitudes de co-responsabilidade. Vamos ver como promover isso, começando por recusar velhas desculpas, de que nada se pode fazer com "as famílias de hoje" ou com "as escolas de hoje".

Educar depende de uma relação mais ampla entre os pais do aluno e os professores do que a prevista em uma mera prestação de serviços. O primeiro passo para que isso aconteça é estabelecer uma via de mão dupla e o segundo é estabelecer regras que fortalecerão essa parceria permitindo que a aprendizagem dos filhos e alunos seja a prioridade a ser tratada, sendo assim, na identificação das falhas, ambos – escola e família, devem se unir em busca das soluções. 

"Quem ama educa." (Içami Tiba)

Texto Adaptado de Luis Carlos de Menezes.
 (Físico e educador da Universidade de São Paulo).

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Dê afeto, regras e limites!


 

Dar carinho, mas sem deixar de impor regras e limites. Esse é o papel da família na educação dos filhos. Os valores morais e os padrões de conduta são adquiridos essencialmente através do dia a dia na família, que se torna uma instituição privilegiada na educação infantil. De acordo com a psicóloga Dra. Marília Velasco, especialista em Psicopatologia Clínica, são os pais que, ao colocarem limites e dar afeto, ensinam as crianças a serem seguras, a terem boa autoestima e a resolverem problemas. Confira a entrevista completa e aprenda como educar melhor seus filhos desde cedo.

Qual a importância da família na educação dos filhos?

A família é o lugar privilegiado para a promoção da educação infantil. Os valores morais e os padrões de conduta são adquiridos essencialmente através do convívio familiar. Ensinar a criança, desde a tenra idade, a solucionar problemas é um excelente caminho para desenvolver a sua segurança, inibindo, consequentemente o aparecimento de distúrbios sérios, como a depressão infantil.

Como inibir o comportamento agressivo de algumas crianças?

Os contatos de pele, abraçar, fazer carinho, ficar de mãos dadas, dar beijinhos são fortes inibidores do desenvolvimento do comportamento agressivo em crianças. A afetividade permite o estabelecimento de uma relação agradável entre os membros da família, facilitando, inclusive, a superação de divergências familiares. Toda família tem suas divergências. O que se busca são formas apropriadas de lidar com elas e, sobretudo, superá-las. As relações afetivas positivas fornecem excelente caminho para este difícil desafio, que sempre preocupam os pais.

As regras também são importantes na educação dos filhos?

Aliadas ao carinho estão às regras. Elas devem ser criadas para permitir um relacionamento adequado entre a família, mas os pais não devem estabelecer regras excessivas e difíceis de serem cumpridas. Se os filhos descumprem o acordo, é importante que se explique qual regra foi desobedecida e quais são suas consequências.

Nesse caso, o castigo é recomendado?

Nem sempre o castigo é indicado. Quando houver a necessidade, é recomendável que haja a retirada de algum tipo de lazer por um período curto de tempo, como ficar sem jogar videogame por um dia. O castigo nunca deve produzir privação de necessidades básicas (alimento, sono, carinho) ou produzir dor. Privar a criança de carinho é um erro gravíssimo. A criança deve ter segurança do amor dos pais sempre, mesmo quando está sendo castigada. O comportamento indesejado deve ser punido e não a criança.

O que os pais devem priorizar na educação dos filhos?

Os pais estão passando a todos instantes valores morais a seus filhos. Por isso, agir com honestidade, senso de justiça, solidariedade, amizade, respeito ao próximo, respeito às leis e empatia (se colocar no lugar do outro), devem ser  foco da educação dos filhos.

Como agir para elogiar ou dar broncas?

Assim como o descumprimento das regras deve ser recriminado, os comportamentos aprovados pelos pais devem ser incentivados. Mas lembre-se de que as broncas devem sempre acontecer em particular e os elogios publicamente.

Para a senhora, qual é o segredo da educação dos filhos?

O grande segredo da educação é ter equilíbrio entre aplicar as regras e manter-se afetivo. Mostrar ao filho que sempre está disponível para o afeto. Jamais dizer a ele que “não o ama mais” ou “que preferia que ele não tivesse nascido”. São frases que podem gerar sérios problemas psicológicos para a criança.

Se os pais estão com problemas na educação dos filhos, e estes estão tendo comportamentos agressivos e birras frequentemente, os pais devem procurar ajuda profissional?

Muitas vezes, os pais não procuram os profissionais especializados esperando que os problemas por si só se resolvam, quando, na verdade, quanto mais cedo eles forem solucionados, melhor. Eles se sentem responsáveis e não querem se expor, mas procurar ajuda especializada é sinal de maturidade e responsabilidade.

 

FONTE: http://manualdamamae.com/texto/detalhes/de-afeto-regras-e-limites

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O Afeto e a Aprendizagem



O Afeto e a Aprendizagem                  


                 Não mais se questiona que a afetividade acompanha o ser humano desde a sua vida intrauterina até a sua morte, se manifestando como uma fonte geradora de potência, e sendo o alicerce sobre o qual se constrói o conhecimento racional. Por isso, a questão da afetividade tem sido bastante abordada, pois se percebeu quão benefícios ela traz ao desenvolvimento cognitivo, mostrando a responsabilidade de educadores (pais e professores) na construção da personalidade da criança. Ela também é de grande importância para uma vida emocionalmente saudável, pois falar de afetividade é se levar em conta emoções, disciplina, postura, uma constante em todo meio do qual faça parte o ser humano: seja na família, na escola ou qualquer outro ambiente.

Emoções e Afetos nas Relações Sociais
     Existem muitos problemas de relacionamento nos dias de hoje que podem ser decorrentes das dificuldades que as pessoas têm de estabelecer relações amistosas com o outro. Os sentimentos tão importantes na vida tornam os indivíduos capazes ou não, de estabelecerem um bom relacionamento com outras pessoas, dependendo da forma que eles vão sendo tratados ao longo da vida. Dessa forma, a falta de afetividade pode acarretar além de prejuízos emocionais também pedagógicos, pois o ato de aprender envolve cumplicidade do aprendiz com o seu educador.
        Goleman (1995, p. 301) chama as pessoas bem preparadas emocionalmente de “emocionalmente inteligentes”, pois são capazes de controlar seus estados emocionais, têm mais facilidade de concentração, compreendem melhor os outros, tem mais facilidade para fazer amigos, e também têm um melhor desempenho escolar. Portanto, a afetividade traz consigo a capacidade de ampliação da interação social, solidificando as relações de amizade, promovendo a qualidade dos relacionamentos, proporcionando uma educação com propósitos claros, que por sua vez confere aos objetos do conhecimento um sentido afetivo e significativo.




Elogios e Críticas – Consequências
                

                     Sempre há algum motivo para valorizar o outro, e corrigir não é uma tarefa simples. Também não existem críticas construtivas, mas sim críticas com afeto, o que faz toda a diferença, pois educa as emoções.  Para Cury (2003, p.145), antes de criticar, devemos dizer a criança o quanto ela é importante, pois, ao elogiá-la antes de mostrar seu defeito, ela acolherá melhor às observações que lhe serão feitas.  Da mesma forma Goleman (1995, p.167 e 168) salienta que uma crítica habilidosa pode ser uma proveitosa mensagem, pois se concentra no que a pessoa fez ou pode fazer e não em um ataque ao caráter, colocando a criança na defensiva, se fechando, e não se motivando para fazer melhor as coisas. E que tanto as críticas quanto os elogios são mais eficazes se cara a cara e em particular
                     As crianças que só escutam críticas de tudo o que fazem, ficam com baixa autoestima, se sentindo inferiores e muito carentes. A criança tem muita sensibilidade e sente se as pessoas do seu convívio estão sendo sinceras ou não. Mas ser afetivo no elogio não significa só abraçar e beijar. O melhor mestre é sempre o exemplo. Toda criança é capaz de perceber as contradições entre o que se diz e o que se faz.

Texto adaptado da Revista Eletrônica Saberes da Educação – Volume 3 – nº 1 - 2012

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

5 Regras de Etiqueta que os Estudantes devem seguir!



Existem algumas regras gerais que os estudantes devem seguir para se comportarem da melhor maneira na sala de aula. Isso é importante para desenvolver hábitos de estudo eficientes e não atrapalhar o aprendizado, uma vez que o comportamento pode ser um fator importante na hora de calcular a nota do aluno.
E o comportamento na sala de aula pode influenciar as notas no final do ano. Para evitar isso, confira 5 regras de etiqueta que os estudantes devem seguir.
1. Respeitar os colegas
O respeito é importante em qualquer situação, e na sala de aula não é diferente. Você deve sempre ser gentil com os seus colegas de sala e evitar comentários ofensivos.


2. Ser educado
É falta de educação conversar enquanto o professor está ministrando a aula, assim como não é bom utilizar uma linguagem inapropriada na escola. Seja sempre educado.
3. Ser organizado
Um ambiente de estudos desorganizado é uma forma de distração. Mantenha a sua mesa organizada e livre de papeis desnecessários.


4. Estar preparado
É importante se manter preparado quanto ao conteúdo que será tratado na aula. Se você não sabe sobre o que será a próxima lição, pergunte ao seu professor e pesquise antes. Dessa forma, você chegará à aula preparado com as suas dúvidas.
5. Não se atrasar
Estudantes que chegam após o início da aula podem atrapalhar os colegas de classe, além de interromper a continuidade do discurso do professor. Programe-se para sair de casa em um horário que não causará atrasos.


Fonte: Universia Brasil (http://noticias.universia.com.br/vida-universitaria/noticia/2013/09/18/1050472/5-regras-etiqueta-os-estudantes-devem-seguir.html)